Por Lucivaldo Ferreira
Pedra azul de fogo branco
em calor embevecida.
Entre os róseos, cai vencida
minha língua em doce flanco,
alvas aspas as quais não tranco
nem o breu que fica às beiras
entre o quero e o vem, me queiras
no desfazer de quebrantos
de um balé cheio de espantos
num depósito de cadeiras.
em calor embevecida.
Entre os róseos, cai vencida
minha língua em doce flanco,
alvas aspas as quais não tranco
nem o breu que fica às beiras
entre o quero e o vem, me queiras
no desfazer de quebrantos
de um balé cheio de espantos
num depósito de cadeiras.
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